15.5.07

Morte total 


Mataram meu perfil no blogger. O que quer dizer que este blogue morreu. Eles também me tiraram a possibilidade de publicar apenas a inicial. Isso quer dizer que todas as alterações anteriores do blogue se perderam. Nunca mais saberemos como o blogue já foi um dia. Triste.

Acontece. Ele ainda estará no ar, tenho certeza. Uma pena.

Cyranose e ander_laine morrem aqui.

Sigam sofrendo.

em off: e então, este é o fim da saga de fraldas GERIÁTRICAS, mais longo que o previsto. E que o imprevisto. Boa noite.

(as luzes se apagam e todos deixam o recinto.)

8.2.07

Trêiler 


Isso será massa.

Provavelmente, a melhor forma de se levar Nevada a Flórida, em?

5.2.07

Casi mortis 


Vinte e cinco dias sem postar quase indica falência, certo?

Piada interna 


Sim, sou mesmo um imbecil.

10.1.07

A nova nóia 


Ultimamente, tenho tido um pouco de aversão a microcomputadores quando fico chapado.

O que explica, em parte, a decadência deste veículo.

Parnasianismo 


O incrível e enfadonho exercício de descrever um isqueiro. A situação é necessária posto que o objeto em questão possui formato cilíndrico irregular, irregularidade esta que se impõe de difícil descrição. Como uma quilha numa seção do cilindro: uma quilha que parte num ângulo de 45º em relação a sua normal. Do eixo do cilindro, é claro. No topo da quilha, o botão que controla a liberação do gás. A haste em que a rosca e a pedra do isqueiro estão posicionadas é removível. Quando retirada, apresenta extremidade inferior ranhurada -a tampa da mola da pedra- e, a partir de sua metade superior, um diâmetro ligeiramente maior. Alguns sugerem que se parece com um pilão, mas sua grande vantagem é o fato de permitir a troca da pedra. A proteção de metal acompanha a borda circular do isqueiro e traz o nome do fabricante impresso exatemente oposto ao botão do gás. No corpo do isqueiro, a ilustração de uma caminhonete, que também acompanha toda sua seção circular.

3.1.07

Novos ânus 


Ano novo, vida nova, tudo novo.

Só esse blogue segue igual.

30.12.06

Adivinhação 


The Graduate, 1967. Vulgo, o graduado.Pergunta:

Quem é o mais novo jornalista do país?

Resposta:

Ninguém, mas sou o mais novo bacharel em jornalismo do país. Vulgo, outro baixarel medíocre. Antes, mediano. Literalmente.

em off: e isso não é mentira. Sigam agora com a saga de fraldas GERIÁTRICAS, a saga com direito a cela especial. E a sela especial, caso soubesse montar. Em cavalo, é claro.

21.12.06

Bãgue 


Arrá!

Achei um erro no IMDb. A história de como cheguei a ele é irrelevante, mas vou contar porque acho que não fará a menor diferença, mesmo. E só vou colocar linque pro erro, o resto que vocês quiserem já sabem, dêem um google e sejam felizes.

Enfim, Michael Bay dirige o novo longa dos Transformers, que estréia em 2007. O protagonista do filme -além do Optimus Prime, é claro- é um tal de Shia LaBoeuf. Que eu achava que era uma garota. Enfim, o moçoilo nasceu em 1986. No entanto, consta no IMDb que ele dublou a versão em inglês de um filme japa em 1984.

Uau!

em off: claro que, como sempre, quem pode estar errado sou eu. Lá só diz que o filme é de 1984, se a versão em inglês veio depois de 1986, ninguém sabe, ninguém viu. Sigam com o erro persistente de fraldas GERIÁTRICAS, mais burro que jumento alado.

Novos blogues 


Em janeiro fraldas GERIÁTRICAS ganhará blogues irmãos.

Preparem-se, vocês não perdem por esperar.

Não perdem nada, aliás.

Como sempre.

15.12.06

A venida 


Avenida Paulista, Nov/2006


ander_laine fez essa foto.

7.12.06

Velhos hábitos não morrem jovens 


Hoje eu fiz uma coisa que não fazia havia um tempo. Aliás, duas coisas. A outra foi voltar -ainda que numa tentativa desesperada & efêmera- a escrever por aqui.

A uma coisa que fiz foi lavar meu páipe com água e sabão. Não é lá grandes coisas, mas solta um pouco daquelas cracas de monóxido de carbono e, oh! o horror!, alcatrão, que ficam retidas nas paredes internas do brinquedo.

E pensar que tudo aquilo poderia ter ido diretamente para os meus pulmões.

24.11.06

Tapa e tapas 


Preciso dar um tapa nestas paradas. Tem um monte de linques quebrados, um monte de insetos e um monte de imagens que não aparecem. Um pênis no ânus...

Preciso dar um tapa, também. Tou tenso!

Mas, com relação ao primeiro tapa, só depois do dia 28. Com relação ao segundo, o quanto antes, né?

Obviedades 


Tanta coisa a fazer, tão pouco tempo. E, pra piorar minha situação, o goró não me deixa mais bêbado como gostaria, os nível de thc em meu corpo decaiu totalmente e tenho dois blogues pra tomar conta.

E nem comecei o que já deveria estar pronto.

Porém, nada me deterá mais um ânus na católica.

Subdesenvolvimento 


Teje preso, meliante!Hoje, agora há pouco, aliás, deixei um comentário no blogue do Batata (infelizmente, ele não disponibiliza linques para seus posts) e fiquei pensando a respeito do que disse.

Às vezes eu faço isso, sabia? Enfim, disso tudo eu tirei uma teoria de por que o Brasil é um país subdesenvolvido.

Muito simples: veja quem é nosso super-herói. O Vigilante Rodoviário. Vulgo, um gambé, um meganha, um coxinha. E o que é pior, um gambé rodoviário. Por experiência, digo que os tiras mais corruptos são os da Polícia Rodoviária Federal.

Nossos super-heróis não são adolescentes em crise, assassinos sem passado, jornalistas otários. Não, tinha de ser um tira. E nem pra ser o John McClane ou o Martin Riggs, pôxa.

23.11.06

Novolinque 


Putaria estranha.

22.11.06

Putz... 


Morreu Robert Altman.

fraldas GERIÁTRICAS em luto oficial.

STF, MTb, PQP e PUC 


Putaquepariu (PQP), o Supremo Tribunal Federal (STF) me fez perder cinco (5) ânus (cu) na Pontifícia Universidade Católica (PUC).

Pelo menos não precisarei mais de registro no Ministério do Trabalho, (MTb).

O problema é que já tinha optado por trocar de profissão.

21.11.06

Portrait 2 


E a major segue assim.

Leia aqui.

Você já viu a primeira parte da babaquice corporativa.

Subtítulos 


Aconteceu de novo. Pela segunda vez em minha vida eu sonhei com legendas.

Não, não sonhei com legendas propriamente ditas. Sonhei em outra língua com legendas em português. Dessa vez foi ainda mais complexo que da primeira.

O outro sonho já tem alguns anos. Foi no milênio passado, se não me falha a memória. Bizarríssimo. Estava eu e um de meus melhores amigos numa aula de biologia, com um professor figura do colegial. Essa é a parte que não importa do sonho. Enfim, ao fim da aula, saímos, meu amigo, eu e o professor, conversando sobre algo desimportante. Primeiro fato curioso: a sala de aula era, na verdade, a nave principal da basílica de São Pedro, no Vaticano. A lousa ficava rigorosamente abaixo da cúpula de Michelangelo Buonarroti.

Saímos da sala-basílica e fomos para a rua. Segunda bomba: a basílica ficava, na verdade, num deserto, cheio de dunas e tempestades de areia. Espalahdos pelo deserto, dezenas de trabalhadores (?) davam duro.

Eram homens extremamente fortes. Seu trabalho nada mais era do que soar gongos. Mas não quaisquer gongos, gongos gigantes. Muito gigantes, cerca de 40 metros de raio. Eles ficavam suspensos e fixos nas areias do deserto, só não me perguntem de que maneira. Sonhei com isso, não projetei isso. E, bem próximos a essa estrutura, ficavam os homens, com enormes baquetas nas mãos, em cima de algo que se assemelhava a um andaime de obras, tirando o fato de que suas dimensões eram diversas vezes maiores e, ao invés de se apoiarem em quatro pontos, era como se só houvesse um dos quatro lados de um quadrado.

Esses andaimes gigantescos se moviam ora contra ora a favor do vento, indo para perto e para longe dos gongos. Cada vez que se afastavam, os homens levantavam as baquetas e se inclinavam para trás, na mesma direção do andaime. Conforme toda a estrutura se aproximava dos gongos, os homens iam se projetando para a frente para que, no momento de máxima proximidade, atacassem os gongos.

Num desses movimentos, um dos homens caiu de cara na areia. Nesse momento, o sonho dá um close no rosto do homem, que xinga numa língua estranha. Ininteligível. Quando ele profere a blasfêmia, aparece uma legenda dizendo qualquer coisa como "merda" ou "caralho".

Fim do primeiro sonho.

Desta vez, o sonho era muito estranho. Muito estranho. Começava na casa em que morei até uns cinco anos atrás. Estava no banheiro do quarto dos meus pais, mas estava diferente. E com um vazamento muito grande na torneira da pia. Então, como num passe de mágica, essa parte do sonho acaba e de repente estou sentado numa mesa de jantar enorme, com diversas pessoas discutindo um assunto do qual não me lembro agora. E entre as pessoas da mesa estava Luana Piovani (ou Daniela Cicarelli ou qualquer outra dessas gostosas estúpidas) exibindo insistentemente os peitos. Não sei bem por quê. Enfim, ninguém dava a mínima para a gostosa e seguia o papo. Na mesa, todos falavam em inglês e as legendas estavam lá, direitinho.

Pelo menos soube que meu inconsciente comete menos erros de tradução e legendagem que muitos profissionais por aí.

19.11.06

Chingando 


Chega de blasfêmias.

Agora, só quero blasfêmeas!

O senhor que se prepare, vou partir pras noviças rebeldes.

16.11.06

Botando banca 


O lugar não é exatamente escondido, está num cenário improvável. No estacionamento de uma grande loja Nicom, no Brooklyn, à esquerda da entrada principal, se localiza a banca de Guerrinha, um colecionador especializado na mais longeva revista adulta do país, a Playboy.

Nesse ambiente ruidoso e excessivamente empoeirado Guerrinha estoca cerca de mil exemplares de Playboys, nacionais e americanas, além de muitas Sexy, Vip, Trip, alguns livros e uma coleção completa da enciclopédia Mirador, que comprou "com a intenção de ler. Achei que ia devorar todos, mas ainda não deu".

Sua primeira Playboy foi comprada em 1969, quando ele tinha 11 anos. É uma edição americana com uma bela capa psicodélica. Multicolorida. E o melhor é que ela pode ser sua por cem mangos. O que é relativamente barato se comparado com o valor de outras edições.

Algumas delas chegam a custar alguns milhares de reais. Isso se Guerrinha estiver disposto a vender. Pelo fato de ser um colecionador, ele preza pelo estoque. Segundo seu julgamento, às vezes é melhor guardar algumas edições de uma revista rara, digamos Lídia Brondi, para que ela se valorize.

Todas as edições da Playboy

Guerrinha possui, em sua casa, dentro de caixas e devidamente embaladas, mais de seis mil exemplares da Playboy. A maioria delas novas. E já adverte, "coleções completas são só 35". Da primeira, de 1978, com a gaúcha de longas cabeleiras Debra até a edição atual, com Danielle Sobreira na capa, estão todas lá.

Claro que algumas são mais marcantes que outras. Como Betty Faria, a primeira Playboy que ele vendeu. Ou Hortência, a musa do basquete, que segue virgem em vendas há mais de 14 anos, tempo que Guerrinha está nesta banca. Hortência é um caso que renderá um intertítulo próprio.

Guerrinha decide quais edições venderá pela lógica da oferta e da procura. A título de exemplo, a edição com Viviane Victorette na capa (setembro de 2005), apesar de recente, já é uma raridade. Em pouco mais de um ano, a tiragem esgotou, o que já é motivo suficiente para tirar a revista do status de vendável. "Nesses casos vai pra coleção."

Antes de se chamar Playboy era Homem e, ainda antes, Status, mas com um conceito de nudez bem mais comportado que o da revista do coelho, que também não mostra nus exatamente explícitos.

A pior Playboy de todas

Além de campeã de basquete e virgem de vendas na banca de Guerrinha, Hortência ainda ostenta alguns outros títulos. Ela é a estrela de quem ele possui mais cópias, "cerca de 66," ele arrisca.

Hortência detém o recorde de Playboy mais barata da banca (ele já vendeu um exemplar com a Xuxa na capa por dez mil reais): noventa centavos é o valor do desembolso pela nudez da rainha da cesta.

Confesso que fiquei tentado em adquirir uma cópia para mim. Afinal, uma Playboy que nunca foi vendida numa badalada banca de colecionador seria um troféu interessante na minha coleção juvenil. Mas as forças cósmicas do puritanismo foram mais fortes e Guerrinha não dispunha de nenhuma cópia. "Ela é tão feia que se esconde," conclui em tom de blague.

Passado o primeiro baque da frustração, tive de me contentar com uma edição -usada- de uma obscura revista Hunter com outra raridade na capa: Gretchen nua e grávida. Sete reais; a rainha do bumbum é bem mais cara que a rainha da cesta.

Concorrência desleal?

Guerrinha não revela qual a revista mais cara que já vendeu. Diz que foi por mais que dez mil reais, há pouco mais de dois meses e que o felizardo pagou a prestação. "Ele ainda tá pagando."

Guerrinha tem medo de outros colecionadores que possam querer passar a perna nele. "O cara vem aqui, conversa, faz que quer comprar, mas só quer saber por quanto eu tou vendendo." Esse é o motivo pelo qual ele não aceita cheques.

Para garantir seu estoque, ele também tem de comprar alguns exemplares. Recentemente, Guerrinha estava indignado porque pagou R$ 800,00 ("Paguei caro pra caramba!") por uma edição com Betty Faria, a segunda edição da Playboy nacional.

Antes mesmo de vender Playboys, ainda garoto, ele as alugava aos amiguinhos de escola. E continua fazendo isso, não mais para seus amiguinhos, mas para aqueles senhores que, como ele define, são os "tarados na hora". Por uma módica moedinha bicolor você pode ficar de 2 a 5 minutos com praticamente qualquer edição da Playboy. Algumas ele não aluga. Ou você pode desembolsar cem merréis e passar uma semana com a moça.

Mas Guerrinha pensa em encerrar essa atividade porque teve alguns problemas com clientes. "Alguns clientes devolviam a revista suja, com as páginas meio grudadas. Aí eu tentava descolar e rasgava tudo."

A banca de Playboys do Guerrinha fica aberta de domingo a domingo das 9 às 21 horas (menos aos domingos e feriados, quando fecha às 18h) na rua Ática, 42, Brooklyn. Se você pensou que, por causa daquela edição da Hortência que você não quis comprar, sua coleção fosse ficar incompleta, pense a respeito. Aliás, ele diz que já vendeu umas cinco ou seis coleções completas. Cada coleção custa, hoje, 25 mil reais.


ander_laine não tem a edição da hortência

14.11.06

Portrait 


Isso é uma major.

Reproduzo a matéria na íntegra.

A matéria saiu na MacPress.

CEO da Universal Music chama donos de iPod de ladrões

13 Nov 2006 às 13:05, por MacPress

Após a concordância da Microsoft em dividir com a gravadora Universal Music parte do lucro das vendas de seu tocador musical digital portátil Zune, o CEO da gravadora diz que usuários de aparelhos como o iPod nada mais fazem que roubar música.

Jonathan Cohen e Brian Garrity contam no Billboard que a Universal recusou-se a licenciar suas músicas para a Microsoft a menos que concordasse em pagar um percentual sobre a venda de cada unidade do Zune, além das taxas normais de licenciamento de músicas oferecidas para download e assinatura. Segundo os termos do acordo entre Microsoft e Universal, a gravadora será paga pela Microsoft mesmo se o usuário do Zune nunca colocar nele nenhum conteúdo distribuído pela Universal.

Segundo Cohen e Garrity, Doug Morris, CEO da Universal, teria justificado a cobrança dizendo que tocadores portáteis "são repositórios de música roubada e eles todos sabem disso. Então é hora de pagar por isso".

Cohen e Garrity informam também que a Universal espera receber mais de 1 dólar dos 250 da venda de cada aparelho e que fontes da gravadora confirmaram que metade disso será distribuída entre seus artistas.

Eles informam ainda que a Microsoft está trabalhando com todas as gravadoras, grandes e pequenas, para estabelecer acordos similares ao feito com a Universal.

Como a declaração de Morris foi dada antes do lançamento comercial do Zune, da Microsoft, que chega às lojas americanas amanhã (14/11), observadores entendem que Morris chamou de ladrões os usuários do tocador que domina o mercado, o iPod -- que é vendido com o aviso "Não roube música" --, enquanto acusa a Apple de cumplicidade.

Em 14 de setembro a consultoria Jupiter Research divulgou o relatório Proprietários de Tocadores Portáteis de Mídia - Entendendo os Hábitos de Compra dos Donos de iPod, sobre o qual seu autor, o analista Mark Mulligan, comentou no blog da empresa:

"Esse relatório obteve uma grande atenção da mídia, mostrando haver muito interesse no assunto. No entanto, algumas das reportagens foram bastante seletivas nas partes às quais deram destaque e algumas até usaram o relatório como evidência contra a Apple. Então, para que fique registrado, os pontos-chave do relatório são (em referência à Europa): os donos de tocadores de MP3 de todos os tipos (iPod inclusive) não compram muita música digital regularmente. Os donos de iPod realmente são mais propensos a comprar música que donos de outros tocadores MP3. O consumo de música grátis online [leia-se ilegal] é significativamente maior que o de música paga, significativamente mais dentre usuários de tocadores que não o iPod. Os donos desses aparelhos [genericamente falando] mais provavelmente preferem comprar CDs do que música digital."

Pesquisas mostram que a maioria das músicas encontradas em iPods não foram compradas online, mas extraídas de CDs adquiridos legalmente. Números da XTN Data divulgados em janeiro deste ano mostram que donos de iPod são significativamente menos propensos a roubar música online que os donos de outros tocadores MP3.

Pirataria 


Esse moleque tá ripando minhas coisas sem me dar um puto sequer...


Agora sou oficialmente um pirata.

Eu ripei uma versão quase completa do disco "O Filho de José e Maria" do Odair José. Na minha opinião, um dos mais importantes da carreira dele. E um dos mais polêmicos e esquecidos, também.

Enfim, são 42 MB. Dez arquivos mp3 com qualidade variável, em torno de 256 kbps. Dez canções.

Você encontra aqui, no RapidShare.

De forma que 


Ainda que tivesse um propósito para fazer o que deveria, seria uma coisa efêmera, como muitas das coisas que fiz antes. Aquele velho senso de generosidade se foi. Tudo não passa mais de uma verdadeira hipocrisia filhadaputa.

E assim sigo vivendo. E vendo.

Desaprendendo. Apenas para perpetuar este legado.

Notícia urgente 


Itália legaliza um baseado.

Mas só um.

13.11.06

Holy shit! 


Sabe a história do é só um peidinho?

Acontece com as gurias também...

Acontece que esse SWF não é SFW.

Mas você não vai conseguir parar de assistir.

Vi isso no S&H.

9.11.06

Pouco... 


...tempo.

Em menos de uma hora tenho de estar em outro lugar, muito melhor que este, diga-se de passagem, para presenciar o show do nosso guru espiritual, Odair José.

6.11.06

Sem fuso 


Agora, que o horário de verão entrou no ar, o blogspot não dá mais pau na hora.

Acho que eles foram meio precoces...

Subtilezas 


Legião Urbana não é depressivo.

É deprimente.

1.11.06

Ainda com fuso 


O blogspot segue com o relógio correndo à frente.

Será uma previsão futurística?

Curtindo loucamente 


É, eu vou comer sua bundinha...Atenção!

Hoje à tarde, a Sessão da Tarde fará jus a seu nome e apresentará o filme que talvez seja o maior clássico do gênero. Um ícone de nossa geração:

Curtindo a vida adoidado!

E vamos todos ver o Ferris! Algo me diz que devia cabular a aula de hoje...

31.10.06

Stripper amadora? 


O começo é quase sexy. Mas, na hora em que a moçoila trepa no pau, fica cômico.

Totalmente SFW.

Conversões 


Converta tudo que puder imaginar.

Saiba suas medidas ideais apenas com a largura do seu pulso (só para meninos).

Converta tamanhos de roupas em diferentes países.

Converta o teclado em ASCII.

E, o mais legal de todos: saiba a taxa de álcool em seu sangue.

Dá um pouco de trabalho pois o volume tem de ser dado em onças e o peso, em libras.

Mas dá pra ter uma idéia de quanto se pode beber, considerando que a página informa o volume de uma dose.

Com fuso horário 


O blogspot tá adiantado uma hora.

Quer ver?

Agora são quinze para as duas.

Tipo assim... 


... ahn... feliz ralouín?

Roquistar 


Bzzzz....

Preciso me tornar logo um ídolo do gênero, só para ter a oportunidade de usar esse pequeno brinquedo.

30.10.06

Piadinha fora de hora 


Não sou comediante nem engraçadinho. Tento, vez ou outra, falar alguma coisa que possa gerar um esboço de sorriso, ao menos.

Devia ter dito isso antes, no calor do momento de apuração eleitoral primeiro-turnesca. Mas passou a chance e digo agora.

Ainda bem que o senador eleito por São Paulo foi Suplicy. Isso evita que fiquemos encAFIFados.

Talvez o Macaco Simão tenha feito a piada. Não sei, não li.

Aliás, sei outra piada boa sobre Guilherme Afif Domingos.

Conta Delfim Netto que, numa de suas aventuras ministeriais, aguardava, pacientemente, por seu carro na frente do Palácio da Alvorada. Ao que vê um táxi se aproximando. Abre aspas e bota a frase na boca do Delfim: "Então eu vi um táxi vazio passando. E dentro dele estava Guilherme Afif Domingos."

Le fin du tout 


O título diz tudo. Acabou, só não sei bem o quê.

27.10.06

Capitalista consumista desenfreado 


Este deve ser, depois do t-shirt hell, o saite mais legal de camisetas.

Tá tudo lá: Ferris Bueller, o clube dos cinco, os autobots & os decepticons, o olho de thundera, o mario, Clubber Lang... tem até o escudo do capitão américa e o anel do lanterna verde. Tem até a Punky Brewster (na versão desenho e live action).

Curti muito. Aliás, saiba mais sobre Soleil Moon-Frye, a Punky do seriado. IMDb, fotos, fake.

Quero um de cada.

18.10.06

Fábulas cotidianas 


Disclêimer:


Talvez já tenha contado esta singela história por aqui. Não me importo, a história é boa e, mesmo que não inédita, será rescrita, oquei?


Fim do disclêimer.


Calor demais, o que é deveras inusitado para o horário. Dezoito horas; cerca de. O dia tinha sido um perrengue, nada de novo, no entanto. O ônibus, normalmente vazio o suficiente para que os assentos sobrem, não escapava do clichê conhecido por hora do rush. Sendo assim, tinha de me portar em pé, ligeiramente corcunda devido ao esgotamento físico do fim do dia. Para piorar a situação, o trânsito era outro fator social inescapável do clichê acima citado.

Já estava no ônibus havia mais de oito minutos e ele percorrera menos do que eu percorreria se estivesse andando, mas isso não importa. Anda um pouquinho, pára um tempão. De repente eu vi uma garota atravessando a rua, vindo em sentido oposto à mão de direção. Uma figura bastante familiar. Uma amiga, talvez. Mas você imediatamente descarta essa idéia, afinal, quais as chances de acontecer um encontro bizarro desses?

De qualquer maneira, para se certificar de que ela não era minha amiga, continuei seguindo-a com os olhos. Para minha surpresa, ao chegar á sarjeta, um tropeção, um capote, um rolamento e ela pára no chão, meio de quatro. Seus óculos voam para fora de seu rosto e ela mantém aquele ar abobado que toda vítima de queda assume imediatamente após o acidente.

Sim, de fato era quem eu pensava que fosse e havia descartado. Ela era mesma e ela havia acabado de levar um capote indescritível bem na minha frente. E o que é melhor: sem saber que estava sendo observada. Ela se levanta meio sem saber o que aconteceu e segue seu caminho. Eu apenas rio discretamente dentro do coletivo.

Ainda em estado de riso, pego meu celular e procuro pelo número dela. Aperto o botão verde e espero que ela atenda:

-Alô?

-E aí, tudo bem?

-Nossa, quanto tempo! Mas e aí, o que conta de bom?

-Você tá machucada?

-Como assim?

-É que você levou um capote fantástico agorinha mesmo...

-Ah, seu filhadaputa! Nunca me liga e quando liga é pra falar isso! Mas... como você viu?

17.10.06

Brincadeirinha 


Vovó, como nascem os bebês?

Era uma terça-feira, 26 de setembro. Choperia do Sesc Pompéia, zona oeste de Sampa. Projeto Prata da Casa, com curadoria do Pedro Alexandre Sanches. Um show gratuito, com um público relativamente bom, considerando que a artista a se apresentar era uma total desconhecida.

Érika Machado, que é de Belo Horizonte (MG), iria fazer sua primeira apresentação na capital paulista, além de lançar seu primeiro álbum, No cimento. Por volta das 21 horas, sua banda, formada por cinco músicos, subiu ao palco. Ouviram-se os primeiros acordes do som de Érika.

Instantes depois, escaleta azul na mão, Érika aparece. Tem feições de menininha: pequenininha, roupinhas delicadamente infantis, vozinha de criança e uma mania chatinha de usar muitas palavras no diminutivo.

Érika Machado é, além de cantora e compositora, artista plástica. Talvez, seja artista plástica, sobretudo. Seu envolvimento com a música começou em 2003, ano em que ela e outros 11 artistas de BH publicaram um jornal em que divulgavam que cada um deles colocaria sua obra em um ponto da cidade. Érika gravou um “disquinho” (sic) e o pôs à venda em alguns camelôs. Ela mesma ressalta: “Mas não era camelô de disco pirata, era camelô de disco usado”. Com esse projeto, ela vendeu 750 cópias do EP (Extended Play). Sob qual título? O disquinho.

Sua música soa como algo já ouvido antes, talvez seja essa sonoridade mais ou menos mineira de que bandas como Pato Fu e Skank compartilham, em maior ou menor escala. Na verdade, soa bastante como a banda de John Ulhôa e Fernanda Takai.

Uma rápida olhada na filipeta distribuída pelo Sesc e o óbvio se fabrica: John Ulhôa produziu No cimento. Multiinstrumentista competente, produtor afiado e antenado, John conseguiu -não sei se deliberadamente- imprimir à música de Érika bastante da sonoridade do Pato Fu, seja pela instrumentação semelhante ou pelos arranjos cheios de climinhas e nuances. Talvez eu apenas esteja dizendo isso porque Érika deixa no ar a (forte) impressão de querer -e conseguir- imitar Fernanda Takai.

Dos “disquinhos” de camelô para um “discão” de gravadora, com produtor bacana e tudo, foi um passinho. Érika conseguiu patrocínio da Lei Estadual de Cultura de MG e o resto é história.

Mas qual a história por trás da música dela?

Como é artista plástica, Érika fez as ilustrações de seu disco, de sua página na internet e o pano de fundo que usa no palco. Tudo muito lúdico. Infantil, mesmo. E isso não é um juízo de valor. Basta ver o exemplo da letra de Eu (o Pato Fu tem uma canção homônima):

“Eu não sabe de tudo/Eu não sabe de nada/Eu sabe muito bem de tudo que acha legal//Eu se entristece/Depois eu esquece/Eu vai sair por aí pra passear se divertir/Eu vai sair por aí vai passear se divertir”

Essa é sua melhor letra. A linguagem é toda marcada pela fala da criança, o que casa muito bem com sua vozinha. Harmonicamente, a canção também é boa, com momentos quase acústicos e trechos pesados, com guitarra distorcida. Mas o curioso -e talvez aí entre a mão do produtor John- é que, embora distorcida, não perde definição e com isso mantém em destaque a singeleza do vocal.

O trabalho de Érika como artista plástica também é recheado de referências lúdicas. Aliás, estava o usando o termo infantil e não lúdico. Ela já tentou distribuir por BH uma moeda fictícia que batizou de “fabriqueta”. Em No cimento, ela incorporou também sons que nos remetem a nossas mais tenras idades: barulhinhos de vídeo-games, timbres eletrônicos sutis e sua própria escaleta azul dão um ar carinhoso às músicas.

Veste-se como uma garota inocente. Mas em sua inocência, já se vêem traços de indignação e de carência de gente grande. Escute canções como Robertinha, que questiona a lógica do consumismo e Enquanto tudo acontece e o tempo que passa passa passa. E ela é mesmo inocente, basta ouvir a ingênua sinceridade de Secador, maçã e lente para compreender que a criança pode ensinar muito ao adulto em que existe.

Érika Machado não é nenhuma novidade. Ela não traz nada de novo em termos de estilo ou de poesia. E, ainda assim, sua música agrada de imediato. Talvez não gere fãs ardorosos, talvez não grave outro disco, mas deixa uma boa impressão. Érika Machado não é como Mafalda ou Calvin. Muito menos Charlie Brown. Ela se comporta como a criança que lança a pergunta mais impertinente da maneira mais amoral possível. E com um sorriso largo na cara.


ander_laine gostou do show. Talvez não o visse outra vez.


em off: sutil mudança de diagramação. Percebeu?

Uma luz 


Fabian Chacur, do Mondopop, disse o que eu queria dizer. Com muito mais reverência, no entanto.

Leia na íntegra, ou clique neste linque.

Renato continua Russo, dez anos depois

Logo de cara, para não gerar comentários do tipo “insensível” ou “desrespeitoso”, deixo claro que lamento muito o fato de Renato Manfredini Jr. ter nos deixado há dez anos, em 11 de outubro de 1996. Sei a dor de perder entes queridos, pois já perdi pai, mãe e irmão. Mas isto aqui é site de música, então, vamos ao que interessa, a pergunta que não quer calar: dez anos após a morte de seu líder, o que nos resta da Legião Urbana? Mais ou menos o mesmo do que existia na época, ou seja, pouco ou quase nada.

Desde o seu início, nos anos 80, Legião Urbana sempre foi sinônimo de culto messiânico, de poesia de plástico, de musicalidade tosca e derivativa. Os fraquíssimos músicos Dado Villa-Lobos (que ironia um guitarrista tão limitado ter um sobrenome dessa nobreza em termos musicais…) e Marcelo Bonfá, acompanhados pelos Carlos Trilhas e Negretes da vida, só geraram pastiches absurdamente iguais ao som de outros artistas. Ou alguém vai ter a cara dura de negar que Ainda é Cedo é U2 cuspido e escarrado? Ou que Índios é New Order mal xerocado? Ou ainda que Tempo Perdido chupinha The Smiths sem a menor cerimônia? E por aí vão os exemplos. E não estou falando em influências, algo plenamente normal em música, e sim em cópias descaradas, malfeitas, sem imaginação.

Quanto às letras, Renato Russo sempre foi muito inteligente, e soube escrever gororobas panfletárias e messiânicas que conseguiram cativar adolescentes incautos, que não tiveram a oportunidade de conferir poetas roqueiros de verdade, tipo Bob Dylan, Cazuza, John Lennon ou Raul Seixas. Não por acaso, sempre chamei o grupo de Legião Urbana da Boa Vontade, e seu líder, de Pastor Russo. Quem leu as inúmeras entrevistas que o cantor e compositor deu, em seus 35 anos de vida, sabe que ele nunca negou seu lado manipulador, marqueteiro, maligno, até. E conseguiu atingir seu intuito, graças a um inegável talento para vomitar clichês, uma voz ótima e de dicção perfeita e um carisma também difícil de ser rejeitado. Lógico que, nos discos gravados pela Urban Legio, há bons momentos, tipo Eduardo e Mônica , Música Urbana 2 , Metal Contra As Nuvens , mas são tão poucos, comparados com os ruins, que não justificam tanto culto. Ser humano Renato Russo à parte, Legião Urbana não faz falta alguma ao rock brasileiro atual. Que descanse em paz.


em off: quanta elegância pra desancar um bastião, em? fraldas GERIÁTRICAS apóia esse tipo de "desconstrução". E é claro que, por aqui, nenhuma imagem do santo do pau-oco. Siga com fraldas GERIÁTRICAS, panfletário sem doutrina ou ideologia. E, especialmente, sem reLigião urbana.

em off2: péssimo torcadilho, tão ruim quanto a "homenagem"...

Cara de velório 


Tá meio moribundo isso aqui, não?

3.10.06

Elétrico-acústico 


O Mauro Ferreira cantou a bola.

Eu chupinho na íntegra para vocês.

E deixo a pensadura no ar:

"Se isso for mesmo o que estou pensando, vai ser foda!!!"

Leia na íntegra:

Foo Fighters lança disco eletroacústico

Skin and Bones é o título do projeto eletroacústico que o grupo Foo Fighters vai lançar em novembro, nos formatos de CD e DVD. A gravação foi feita ao vivo, em agosto, em três shows da banda no Pantages Theater, em Los Angeles (EUA). O CD reúne 15 músicas, incluindo Marigold, lado B tirado por Dave Grohl do baú do Nirvana.

Pela ordem, as 15 faixas do disco são Razor, Over & Out, Walking After You, Marigold, My Hero, Next Year, Another Round, Big Me, Cold Day in the Sun, Skin and Bones, February Stars, Times Like These, Friend of a Friend, Best of You e Everlong.


E isso também confirma minha previsão esquizofrênica-dicotômica da linha setenta e três.

em off: eu dei uma ligeira editada no texto original porque havia um errinho mínimo de digitação. Como era no título do álbum e, também, na primeira palavra do texto, achei importante editar.

Plágio 


Não, não é metalingüística pura. Não dessa vez. Embora tudo -aqui- seja um plágio.

Enfim, vamos ao post:

Existe esse sujeito, Weird Al Yancovic. Ele faz a vida parodiando sucessos musicais. Sem poupar ninguém. Madonna, Nirvana, RHCP, Miguelzinho Jacó, Eminem, entre muitos e muitos outros já foram alvo do senhor. Que, infelizmente, não ostenta mais seu bigode estilo cafa.

Resolvi copiar a idéia. Minha nova banda só fará plágios de sucessos musicais. Devidamente subvertidos por mim, é claro. Então, quando esses indivíduos jornalistas forem me entrevistar, poderei dizer, cheio de orgulho que não faço cover, nem paródia e nem mesmo versão. Direi que faço aversão.

Atitude 


Há algo muito sério & importante que precisa ser feito.

Enão me refiro a evacuar.

Um parágrafo, uma metáfora, uma vida
No caso, a minha 


Minha vida é meu quarto. Meus oito cedês estão espalhados pela casa, completamente inclassificáveis (qualquer que seja o critério). Não dispenso o devido carinho que deveria com minhas coleções de bolachas de chope, rótulos de birra e cardápios. Não organizo os livros que se amontoam pela escrivaninha. Não leio os livros que preciso.

E não consigo seguir os planos estabelecidos. Viu? Até fazendo um único parágrafo eu me contradigo.

29.9.06

Arrá! 


Chegou!

Você se lembra, ?

20.9.06

Modinha 


Descobri um jeito de ganhar dinheiro seguindo as tendências sem deixar de fazer uma coisa diferente.

Vou montar uma banda de emo-surf music.

O nome? Muito fácil:

Emocean.

Puta blogue
ou, blogue de puta 


Esqueça a feiosa da Bruna Surfistinha.

Essa é uma puta puta gostosa. De Macaé, o que dificulta um pouco as coisas pra nós, em?

Com direito a borboleta na ostra.

Preciso 


Dar um jeito nessa merda.

Tá um saco, não agüento mais a cara desse blogue.

Enjoou.

Fetiche 


Ando numa fase meio estranha na minha vida.

Não é exatamente que esteja me sentindo paternal. É apenas que tenho me interessado por fotos eróticas de grávidas.

Sim, ando tendo tesão por grávidas.

Então, como que num conluio cósmico, econtro, no Attu (o link tá por aí, procure), uma bela -e gigante- galeria de fotos eróticas de grávidas.

UAU!!!

Confira.

Aqui.

Pior saite do mundo? 


Foi publicado sexta na PC World uma lista com as 25 piores páginas da web.

Confira aqui.

Curiosamente, este blogue, que não se gaba de nada, não aparece.

Das duas, uma. Ou algo de muito errado & sinistro ronda a web, ou esse blogue é mesmo um lixo e nem merece figurar entre os piores do mundo.

Embora seja.

15.9.06

Apolítica 


Odeio fazer esse tipo de coisa por aqui: panfletar. Não acho que seja o local mais adequado, nem acho que meus juízos a respeito de política têm importância. Também acho que, em momentos de falar sério como este, meus comentários podem soar um pouco deslocados, já que não sou exatamente sério. E este blogue, muito menos.

Mas...

O que vou colocar aqui é o meu momento de ódio (lembram de 1984?). Não acredito que ficaremos MAIS quatro anos reféns de gente descompromissada. Não estou falando só dos compromissos públicos assinados em cartório. Estou falando do compromisso com o povo.

Odeio este senhor, todos os seus asseclas e tudo que seu partido representa. Claro que você, que lê atentamente (!!!) essa merda, já sabe de quem estou falando.

Não vou colocar a janelinha do YouTube aqui porque odiaria ver a cara deste senhor no meu blogue. Há limites para as coisas. Até porque o primeiro indivíduo que aparece na tela é outro ser que adoro odiar: o reaça-mór Boris Casoy.

Sim, ele é uma vergonha (falar com as bochechas balançando, como o próprio Boris. Que não é Karloff, mas muito menos digno e muito mais assustador).

Então, cliquem aqui e vejam do que estou falando exatamente. Demora só um minuto e cinqüenta segundos. Menos do que um mandato.

11.9.06

Morreu morrido 


Não é exatamente bom. Mas duvido que alguém ache verdadeiramente ruim.

Sou contra pena de morte, mas que esse caso, particularmente, deixa um gostinho de justiça na boca, isso deixa.

Confira na Folha Online.

E com foto e um pouco mais de informação, na Agência Estado.

Vamos ver se o papai do céu vai absovê-lo também.

Cento e onze, malandro!!!

Mais uma coisa: pra você não esquecer da cara dele.

E pra você não esquecer o que ele fez (via CMI).

4.9.06

Esforço 


Tudo que não se faz porque não se faria, mesmo.

3.9.06

Meio caminho andado 


Bem, já temos três faixas prontas para o consumo.

Mentira, meramente experimentais.

Mentira, ainda falta masterizar a parada.

E há ainda três outras faixas pra mixar & masterizar.

Temos que regravar as vozes também...

Ficaram boas, melhor do que poderíamos imaginar.

Caspite

1.9.06

Nu artístico 


Sim, são mulheres nuas, mas as fotos são tão bonitas que isso não importa.

Mesmo.

sACal
---
LegAL
ooooo
000
OOOOO
bmw placa bmw
001
piada
ouro
002
sarcasmo
frenar
003
irreverência
dourado
004
cerveja
swarowsky
005
gonzo
light
006
sexo
hipocrisia
007
ruído
silicone
008
magrelas
assepsia
009
objetos promocionais
publicidade
010
ironia
celebridade
011
coleções
indecisão
012
bong
cagüetagem
013
silêncio
caga-regrice
014
bolachas de chope
maniqueísmo
015
contradição
lentidão
016
fogo
conteúdo pago
017
imdb
marketing
018
gibi
beterraba
019
coxinha
autoritarismo
020
subversão
burrice
021
objetos etílicos
a polícia
022
the police
reality show
023
ímãs de geladeira
veadinhos
024
porquinhos
03 pês
025
03 bês
enlatado
026
música
rotina
027
férias
comedimento
028
palavrão
analfabetismo
029
trema e circunflexo
sem texto
030
contexto
responsável
031
vagabundo
sol
032
sombra
comida congelada
033
larica
ética
034
estética
estética
035
ética
hierarquia
036
insubordinação
direita
037
esquerda
absoluto
038
relativo
verdade
039
mentira
súbito
040
subtil
certo
041
erado
imitação
042
verossimilhança
insetos
043
lagartixas
canibais
044
canabis
tucanos
045
qualquer coisa
especulação
046
ocupação
rigor
047
vigor
barbaridades
048
barbarismos
royalties
049
domínio público
banho
050
banheira
boa idéia
051
cachaça de verdade
micro$oft
052
software livre
evangelização
053
ejaculação
convencional
054
experimental
quente
055
frio
paróquia
056
paródia
dicotomia
057
pluralidade
cópia
058
plágio
hímen
059
hífen
monarca
060
menarca
camisinha
061
pílula
o normal
062
anormal
esotérico
063
exótico
hesitar
064
exitar
chuvão
065
chavão
hesitação
066
exaltação
puritano
067
putanheiro
remédios
068
depressão
erótico
069
pornô
indies
070
índios
desafio
071
desafino
trauma
072
trema
kurt cobain
073
dave grohl
drogas
074
entorpecentes
o dia todo
075
todo dia
i
111
I
zz
222
ZZ
incenso
420
marofa
sssss
555
SSSSS
dEus
666
diAbo
colírio
743
óculos escuros
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MAS
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